Nas vendas presenciais, também chamadas de vendas com cartão presente, o cliente realiza a sua identificação através de uma senha. Contudo, nas vendas online, basta que o cliente informe o número do cartão, validade e o código verificador (CVV). Assim, para realizar uma compra indevida, basta que o fraudador saiba tais números. Ou seja, isso é relativamente fácil de conseguir.

Ocorre que, nas vendas com cartão presente, caso uma fraude seja identificada, o banco emissor do cartão é obrigado a arcar com o prejuízo. Mas, nas vendas online, quando uma fraude ocorre, o banco emissor realiza um estorno do valor em favor do verdadeiro dono do cartão, chamado de Chargeback. Trocando em miúdos, quem arca com o prejuízo é o lojista, como se já não tivesse problemas suficientes para resolver.

É aí que o sistema Anti-Fraudes entra, as transações passam por uma poderosa ferramenta de análise de risco, que informa ao lojista sobre a possibilidade da transação ser um golpe. É realizado um completo cruzamento de dados do comprador, seu endereço, valor da compra e seus hábitos de consumo.

Em cada venda, é exibido o “score” da consulta ao sistema Anti-Fraudes. Quando o “score” está verde, acima de 75 pontos, o lojista é recomendado a faturar o pedido e realizar a entrega.

* veja os valores em Planos & Preços

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